Milton
Erickson, psiquiatra americano, uma das autoridades mundiais nas
técnicas de hipnose aplicadas à psicoterapia e criador da Hipnose
Ericksoniana, valorizava o poder e a força que as metáforas podem
ter.
Metáforas
podem ser histórias, contos, contos de fadas, citações ou pequenas
inserções que, de forma lúdica ou oculta, passam uma mensagem
educativa. Porém, quando nos referimos ao trabalho ericksoniano,
podemos perceber também o quanto uma metáfora, além de educativa,
pode ser curativa.
O
uso de uma história curta ou longa, que revele qualquer uma das
verdades universais, pode funcionar como um fio condutor capaz de
estabelecer uma comunicação entre o consciente e a mente
inconsciente.
Toda
vez que você ouvir: “Era um vez...” ou “Houve uma época...”
automaticamente o seu mundo inconsciente será acionado. Isso faz com
que ele fique disponível para ouvir a mensagem, da mesma forma que
acontecia quando você era criança e se abria para ouvir as
histórias contadas pelos adultos. Desta forma, o uso da metáfora
pode ser muito produtivo quando queremos acessar os recursos contidos
no inconsciente e aprender através de uma vivência interior.
Uma
história contada num consultório remete à ideia de que aprendemos
com as histórias já há muito tempo, por isso a responsabilidade
pela mudança está com quem as ouviu. Isto pode ser muito curador
também! Principalmente por ser um trabalho conjunto entre terapeuta
e cliente.
E talvez você queira ficar muito curioso em saber como uma história, aparentemente inocente e até mesmo infantil, pode te ajudar a atravessar algumas dificuldades que se apresentam, neste momento da sua vida... e até entusiasmado em descobrir o quanto isto pode ser divertido!


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