Conheci o
Dr. Roger J. Woolger (1944 – 2011) num Worshop da Unipaz em
Campinas. Assistindo sua palestra, fui cativada pelo seu jeito
simples de falar de coisas complicadas como, por exemplo, a
necessidade e a maneira de curar as feridas do passado através da
regressão de memória. Isso aconteceu em 2004, se não me falha a
memória. Ali mesmo decidi que faria um treinamento com ele para
aprender ‘como’ se fazia isso!? Afinal, não seria essa uma das
nossas dificuldades: curarmos as feridas do passado que assombram o
presente?
O Dr.
Woolger era inglês, formado em psicologia e filosofia analítica, na
Universidade de Oxford, mestrado no Instituto Jung de Zurique e
pós-graduado em Religiões Comparadas – Hinduísmo e Misticismo
Cristão na Universidade de Londres, e, por seu trabalho, ficou
conhecido internacionalmente como um pioneiro na área da psicologia
transpessoal.
Escreveu dois livros: “As várias vidas da alma”, que foi
considerado um dos trabalhos fundamentais a respeito da regressão às
vidas passadas e “A deusa interior”, um guia à psicologia do
feminino sob a perspectiva da mitologia das deusas gregas. Além
disso, publicou muitos artigos, lecionou sobre sonhos e meditação e
sobre a lenda do Santo Graal. Recebeu influências da meditação
Vipassana, guiou grupos de estudos de mitologia e religião em
diversos locais e ainda foi ator amador, ensinando sobre Shakespeare.
A
regressão por ele ensinada é uma síntese, ou uma integração, da
Terapia Junguiana, Gestalt Terapia, Psicodrama, Psicoterapia
Ericksoniana, Renascimento, Terapia Reichiana e Consciência
Vipassana, entre outras.
A técnica
DMP (Deep Memory Process ou Processos de Memória Profunda),
ensinada por Woolger em seus treinamentos, busca guiar o cliente
através de suas histórias e memórias, com o intuito de elucidar e
curar as feridas emocionais deixadas pelas experiências traumáticas.
Uma emoção que se apresenta repetidamente, um tema em qualquer
área da vida que não se resolve, pensamentos negativos recorrentes,
crenças limitantes negativas, dores no corpo e padrões negativos
familiares que não se alteram são exemplos de caminhos ou setas que
levam à necessidade de regressão, além de serem os detonadores da
memória no momento da aplicação da técnica.
A
utilização do Psicodrama (ou representação da cena traumática) e
o uso dos diálogos imaginativos e visualizações são úteis para
que a questão seja elucidada e ressignificada. Uma vez acessada a
memória traumática e os desdobramentos da mesma, torna-se possível
“reeditar” a cena, liberando os padrões de sofrimento
emocionais, mentais e físicos.
Quer
saber como isso funciona na prática? Agende conosco uma avaliação
e descubra como a regressão pode te ajudar. Estamos à sua
disposição.

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