Nossa vida é feita de
momentos e fases onde cada etapa tem a sua importância. Umas são
mais significativas do que as outras, mas, todas tem lá suas
descobertas, emoções, sentimentos e aprendizados.
Fatos ocorridos durante
a infância e adolescência, no momento do nascimento ou mesmo na
vida intrauterina podem nos marcar profundamente, principalmente
quando situações traumáticas permearam estas experiências.
A regressão de memória
é um processo espontâneo do ser humano, mas que pode ser induzido
para que possamos relembrar, compreender e integrar as experiências
que nos marcaram ou nos traumatizaram.
São muitas as técnicas
disponíveis e, através delas, é possível acessar os fatos
ocorridos, colaborando assim para que haja a ressignificação das
situações mal resolvidas e que porventura possam afetar
negativamente a nossa experiência no momento.
A memória de um evento
passado se instala a partir de três elementos principais:
pensamento, emoção e sensação. Há a lembrança dos fatos
ocorridos e do que pensamos sobre eles, das emoções sentidas e das
sensações que o corpo experienciou. A mente tem a gravação de
tudo o que ocorreu em seus mínimos detalhes. Por isso o passado
termina influenciando o presente.
As terapias de
regressão buscam auxiliar na ressignificação do passado,
desvinculando as influências deste sobre o presente.
No
próximo texto, um pouco sobre a DMP (Deep Memory Process), a
técnica de regressão desenvolvida pelo Dr. Roger Woolger, Ph.D.


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