terça-feira, 13 de maio de 2014

E o passado, passou... ou não?!



Nossa vida é feita de momentos e fases onde cada etapa tem a sua importância. Umas são mais significativas do que as outras, mas, todas tem lá suas descobertas, emoções, sentimentos e aprendizados.

Fatos ocorridos durante a infância e adolescência, no momento do nascimento ou mesmo na vida intrauterina podem nos marcar profundamente, principalmente quando situações traumáticas permearam estas experiências.

A regressão de memória é um processo espontâneo do ser humano, mas que pode ser induzido para que possamos relembrar, compreender e integrar as experiências que nos marcaram ou nos traumatizaram.

São muitas as técnicas disponíveis e, através delas, é possível acessar os fatos ocorridos, colaborando assim para que haja a ressignificação das situações mal resolvidas e que porventura possam afetar negativamente a nossa experiência no momento.

A memória de um evento passado se instala a partir de três elementos principais: pensamento, emoção e sensação. Há a lembrança dos fatos ocorridos e do que pensamos sobre eles, das emoções sentidas e das sensações que o corpo experienciou. A mente tem a gravação de tudo o que ocorreu em seus mínimos detalhes. Por isso o passado termina influenciando o presente.

As terapias de regressão buscam auxiliar na ressignificação do passado, desvinculando as influências deste sobre o presente.

No próximo texto, um pouco sobre a DMP (Deep Memory Process), a técnica de regressão desenvolvida pelo Dr. Roger Woolger, Ph.D.



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